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Desenvolvimento de software – as tendências do momento e do futuro

Equipe Cronapp

06/11/2017

Desenvolvimento de software – as tendências do momento e do futuro

desenvolvimento de software é um processo complexo, que inclui um grande número de profissionais e está sujeito a vários riscos. Quando uma empresa decide criar uma aplicação, uma série de fatores são levados em conta, uma vez que cada característica incorreta pode ter um grande impacto no seu sucesso. Diante disso, a empresa deve estar atenta para escolher a melhor estratégia possível.

Nesse sentido, há uma série de abordagens que podem ser utilizadas pelo negócio para criar um software de sucesso. Uso de indicadores, um bom planejamento e um olho atento às novas tendências do mercado, por exemplo, ampliam as chances de o empreendimento escolher a abordagem correta para desenvolver.

Além disso, a companhia deve definir uma metodologia alinhada com os seus objetivos e identificar o perfil do seu público alvo. Tais fatores evitam erros, reduzem a necessidade de retrabalho e garantem que a aplicação será bem recebida pelo mercado. Assim, o retorno obtido no investimento para criar o software será o maior possível.

Quer saber mais sobre o tema? Então, confira no nosso post de hoje os principais fatores que influenciam o sucesso dos seus processos de desenvolvimento de software!

O atual momento dos recursos para desenvolvimento de softwares

O mercado de desenvolvimento de software passou por profundas mudanças nos últimos anos. Novos dispositivos, mais sistemas e os novos paradigmas influenciaram a maneira como criamos aplicativos. Agora, as empresas estão mais próximas dos seus usuários e as mudanças ocorrem mais rapidamente.

Nesse cenário, a companhia deve estar pronta para flexibilizar as suas rotinas e buscar manter-se competitiva. Assim, as novas tendências de TI possuem um papel-chave.

computação na nuvem, por exemplo, permitiu que companhias de desenvolvimento de software tornassem os seus processos mais flexíveis e integrados. Profissionais da área não precisam mais estar no local de trabalho para criar uma ferramenta: basta uma conexão com a internet para terem acesso aos seus principais frameworks e IDEs.

Já as novas metodologias e estratégias de trabalho como o DevOps e os métodos ágeis tornaram o ambiente de trabalho mais simples e dinâmicos. Gestores podem, agora, preparar as suas equipes para criar aplicativos por meio de rotinas flexíveis e capazes de se adaptar facilmente a qualquer mudança nos requisitos da aplicação.

Além disso, ferramentas de análise de dados e as novas estratégias de segurança permitem que a empresa prepare sistemas mais inteligentes, confiáveis e adaptados às necessidades de cada usuário.

Companhias do setor já são capazes de compreender todos os fatores relacionados ao uso de seus sistemas e, com isso, fazer escolhas inteligentes na hora de priorizar funções para os seus apps. Com os novos métodos de proteger dados, o empreendimento tem a certeza de que as informações de todos os usuários estarão protegidas contra ataques.

Em outras palavras, o novo ambiente de desenvolvimento de TI é mais inteligente, seguro e integrado. Companhias conseguem atuar de maneira estratégica, com foco em resultados e nas necessidades do seu público-alvo sem que isso comprometa a qualidade final da aplicação.

Como fazer um software sofisticado

A criação de um software sofisticado e de sucesso é o desejo de todo developer. Independentemente do seu tipo de trabalho, os profissionais da área buscam sempre criar soluções que se adaptem às necessidades do usuário e criem experiências de uso capazes de fidelizar todos aqueles que instalaram a aplicação em seus aparelhos.

Mas o que faz um aplicativo ser sofisticado e ter sucesso entre os seus usuários? Quais são os fatores que contribuem para que uma pessoa integre o app ao seu dia a dia? Veja a seguir:

Experiência do usuário

A experiência de usuário (também conhecida pelo termo UX, a sigla para user experience), por exemplo, é um deles. Como demonstraremos adiante, uma boa UX indica que houve uma preocupação na hora de desenvolver o software: fatores como performance, erros, o layout e a linguagem usada foram considerados pelo negócio e tornam-se visíveis para o usuário.

Mas esse é apenas um dos vários fatores que impactam o sucesso da aplicação. Antes disso, há uma série de etapas em que são definidas características de um aplicativo que podem impactar o seu funcionamento de forma significativa.

Metodologia de desenvolvimento

Uma das etapas há pouco citadas é a metodologia utilizada pelos desenvolvedores de software. A escolha entre um método tradicional e um método ágil impacta diretamente o funcionamento do aplicativo e em como o processo de desenvolvimento será guiado. Portanto, é importante que a companhia saiba como o seu sistema será utilizado e as necessidades do seu público alvo para realizar a melhor escolha possível.

Metodologias tradicionais, por exemplo, possuem menor abertura para modificações dos requisitos do software durante o processo de desenvolvimento. Por outro lado, as metodologias ágeis são mais abertas para mudanças, por deixarem a empresa pronta para lidar com alterações a qualquer momento. Apenas uma rotina de análise estratégica eficaz permite que o gestor faça a escolha certa.

Segurança

Além disso, outro fator que torna um software uma aplicação de sucesso é a sua segurança. Gestores devem garantir que, desde as etapas iniciais, o aplicativo seja criado com um foco elevado na segurança e privacidade dos usuários.

É importante que a empresa consiga armazenar os dados de usuários em ambientes confiáveis e livres do acesso não autorizado realizado por terceiros. Já o código-fonte deve ser verificado regularmente em busca de falhas e brechas de segurança, evitando que a aplicação seja distribuída com vulnerabilidades graves.

Desempenho

Outro ponto-chave é o desempenho do software no seu uso diário. Ao final de cada etapa de desenvolvimento, a empresa precisa avaliar como a aplicação está se comportando em diferentes cenários e dispositivos.

Isso permitirá a identificação de bugs e erros que prejudicam a experiência de uso. Todas as falhas devem ser catalogadas e eliminadas rapidamente. Assim, a empresa elimina os riscos do aplicativo entregue ao usuário não apresentar a performance esperada.

Em resumo, a chave para criar um aplicativo sofisticado é ter um foco constante nas necessidades do usuário e na qualidade do código-fonte final. A empresa deve buscar sempre atuar de maneira estratégica, evitando erros e demais fatores que impeçam a criação de uma experiência de qualidade inovadora.

O uso de Cloud Computing para o desenvolvimento de software

computação na nuvem pode ter um papel-chave para o desenvolvimento de aplicações em um ambiente integrado, com alta performance e inovação. Soluções executadas em ambientes de cloud computing tornam toda a rotina de desenvolvimento de um aplicativo mais eficaz ao permitirem que gestores adotem abordagens mais flexíveis e com agilidade.

Inclusive, as soluções de armazenamento na nuvem tornam o ambiente de trabalho mais integrado. A troca de arquivos é feita com mais agilidade e segurança: bastam alguns cliques para que os usuários possam editar e visualizar dados importantes para o desenvolvimento de um software.

Já a migração das aplicações de desenvolvimento para a nuvem também é uma estratégia que simplifica processos de gestão e dá maior agilidade para a companhia. Aplicativos executados na nuvem têm maior disponibilidade, não são afetados por vulnerabilidades locais e podem ser escalados rapidamente sempre que for necessário. Juntas, tais características representam um fator estratégico para a empresa.

Afinal, quando uma aplicação não consegue ser executada sempre com um alto nível de performance, aumentam as chances de erros operacionais ocorrerem no dia a dia do negócio (gerando atrasos e problemas na entrega de metas), e a companhia terá diminuição da sua competitividade e capacidade de fechar novos negócios. Além disso, os prejuízos são ampliados diante do maior nível de retrabalho ao término de cada etapa dos processos de desenvolvimento de software.

As aplicações licenciadas pela nuvem também exigem um investimento menor para a empresa adquiri-las. Nesse caso, o negócio paga apenas pelo número de usuários ativos ao término do mês, o que elimina os custos de manter uma licença que não é utilizada pelo empreendimento. Adicionalmente, a necessidade de executar processos de manutenção (como ocorre nas aplicações tradicionais) cai drasticamente, ampliando a capacidade dos profissionais de TI terem um processo de trabalho mais estratégico.

As aplicações de cloud computing podem ser implementadas de três maneiras. Cada uma delas dá ao gestor de TI um nível de controle diferente e, ao mesmo tempo, modifica os custos que o profissional terá com a gestão das aplicações. São elas:

A nuvem pública

Nesse modelo de cloud computing, uma empresa é responsável por hospedar e manter funcionando todos os serviços de cloud computing. Esse é um dos modelos mais tradicionais de computação na nuvem, uma vez que ele é o que tem os menores custos de aquisição: valores referentes aos processos de gestão, manutenção, monitoramento e atualização de infraestrutura são divididos entre todos os usuários.

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Porém, o baixo custo do investimento necessário para adquirir uma aplicação na nuvem é contraposto pela falta de controle que a empresa possui sobre os seus serviços de TI. Em muitos casos, o gestor não terá acesso a configurações de baixo nível, como o tipo exato de infraestrutura que será utilizado para executar as aplicações contratadas.

A nuvem privada

A nuvem privada é um modelo de cloud computing em que uma única empresa contrata e gerencia os seus serviços de cloud computing. Esse é um tipo de nuvem que é utilizado para companhias que buscam um maior controle sobre os seus serviços, uma vez que todos os detalhes serão definidos pela companhia que fará uso das aplicações na nuvem.

Como os gastos de manutenção, monitoramento e controle da nuvem são direcionados para uma única empresa, essa solução exige um investimento maior do negócio. Gestores de TI devem lidar com a necessidade de definir e executar todas as rotinas de manutenção, troca e otimização de equipamentos manualmente. Por outro lado, a empresa poderá personalizar todas as características da infraestrutura de acordo com as suas necessidades.

A nuvem híbrida

nuvem híbrida é um modelo de em que os usuários têm o acesso a uma infraestrutura que combina características da nuvem privada e da nuvem pública. Dessa forma, a companhia pode manter uma rotina com maior flexibilidade e agilidade, reduzindo custos e atingindo uma alta performance.

Em outras palavras, a nuvem híbrida é crucial para empresas que pretendem ter uma infraestrutura de serviços de cloud computing de alta flexibilidade. Serviços mais adequados a um ambiente privado serão combinados com aplicações feitas para a nuvem pública sem que erros ocorram. Assim, o negócio consegue manter-se competitivo e com um processo de desenvolvimento de software inteligente.

A influência da Internet of Things

Também conhecida como IoT, a Internet das Coisas (ou apenas a Internet of Things) é uma nova categoria de dispositivos que está revolucionando a maneira como lidamos com a tecnologia ao nosso redor. Ela é composta por pequenos sensores e gadgets inteligentes, que se conectam a aplicações e outros aparelhos por meio de conexões sem fio para a troca e coleta de informações.

Para quem trabalha com desenvolvimento de software, a Internet das Coisas representa um grande número de novas oportunidades de negócio. Companhias do ramo podem utilizar essa tendência para criar novas aplicações, compreender como clientes lidam com os seus serviços e ter novas formas de atingir os seus usuários. Dessa forma, os softwares criados passam a ter uma melhor experiência de uso e uma grande capacidade de fidelizar usuários.

Quem atua no setor da saúde ou com aparelhos para exercícios, por exemplo, pode criar equipamentos inteligentes para rastrear as atividades físicas de uma pessoa. Com o auxílio de sensores de movimento, em tempo real e continuamente, o usuário coletará dados sobre os seus exercícios, batimento cardíaco e até mesmo o nível de oxigênio no sangue.

Essas informações podem ser enviadas para aplicativos próprios ou coletadas para que o negócio consiga otimizar os seus serviços, com um atendimento mais personalizado e de maior qualidade.

Smartwatches também podem ser utilizados por uma empresa para manter-se em contato direto com os seus clientes. Criando aplicações voltadas para esse tipo de aparelho, o empreendimento cria um novo canal de comunicação, mais simples e objetivo.

Uma empresa de cartões de crédito, por exemplo, pode utilizar um smartwatch para alertar sobre novas compras. Já uma empresa que trabalha com e-commerce consegue utilizar um app para smartwatches para enviar notificações sobre novas promoções de produtos específicos.

Os sensores domésticos também devem ser vistos como um novo canal para o negócio entrar em contato com os seus consumidores. Nesse caso, dispositivos inteligentes conectados a assistentes pessoais, como o Amazon Echo e o Google Home, podem ser conectados às aplicações da empresa para a venda e oferta de serviços e produtos. Assim, a companhia cria novas oportunidades de vendas tornando-se presente em mais canais.

Vale destacar também o poder dos dados coletados por dispositivos da Internet das Coisas para o negócio. Integrados nas rotinas de análise de mercado, tais informações criam novas possibilidades para o empreendimento, permitindo que ela conheça os seus consumidores com maior precisão. Consequentemente, a empresa pode preparar-se com mais antecedência para as mudanças no mercado, utilizando um conjunto amplo de fatores.

O uso do Big Data

Não só a Internet das Coisas ampliou o número de informações disponíveis para análise por gestores na hora de definir as estratégias comerciais de uma empresa. A popularização dos smartphones, junto às redes sociais, criou um novo ambiente de trabalho para analistas, que agora conseguem atuar de maneira estratégica, prevendo tendências e conhecendo melhor o perfil do seu público alvo.

E para lidar com todas essas informações com qualidade, surgiu o Big Data. Essa tecnologia utiliza o poder de infraestruturas de computação na nuvem para que o empreendimento consiga prever tendências, identificar o perfil de seus consumidores e atuar de acordo com aquilo que o mercado busca. Para isso, são utilizadas técnicas de estatística, análise e processamento de dados brutos em meios digitais, o que permite a analistas obterem insights inovadores, considerando um grande número de fatores.

No ambiente de desenvolvimento de softwares, o Big Data possui um papel-chave, por permitir que profissionais de TI consigam definir as suas políticas e estratégias de desenvolvimento de acordo com as demandas do mercado.

Logs de vários usuários podem ser analisados em um único ambiente a partir de fatores definidos de acordo com as necessidades da companhia. Assim, a empresa consegue otimizar com alta precisão as novas versões dos seus sistemas, melhorando os índices de instalação, fidelização e uso das ferramentas do empreendimento.

Uma das informações que podem ser avaliadas, por exemplo, é o número de erros operacionais que ocorrem em um determinado sistema. Com o auxílio do Big Data, a empresa pode processas logs de vários aparelhos de uma só vez, identificando com rapidez e precisão qual o fator relacionados a tais falhas. Desse modo, o tempo (e o investimento) necessário para disponibilizar uma correção de software será o menor possível.

O mesmo vale para definir quais funcionalidades serão priorizadas no momento em que o negócio for criar um grande update para os seus aplicativos. Avaliando os dados de uso dos seus sistemas, a empresa pode identificar quais recursos são mais importantes para cada grupo de usuários. E com tais dados em mãos, o gestor de TI pode definir um processo de desenvolvimento de software que coloque como prioridade a modificação dessas funções, para que elas se tornem mais eficientes e dinâmicas.

O Big Data também serve para a empresa otimizar outras duas etapas do processo de desenvolvimento de software: a divulgação de uma aplicação e o suporte ao usuário. Em ambos os casos, a análise de dados torna mais eficaz o direcionamento de tais etapas, reduzindo as chances de algo dar errado.

Antes de criar uma aplicação, a companhia pode analisar o perfil do seu público-alvo para criar uma ferramenta que esteja, de fato, moldada às necessidades do seu público-alvo. Posts de redes sociais, por exemplo, são cruzados com informações coletadas por meio de pesquisas internas para que a empresa consiga identificar quais são as funcionalidades mais utilizadas, as tendências do mercado e fatores que influenciam o sucesso do app.

Ao mesmo tempo, o serviço de suporte — que em muitos casos tem um grande papel na fidelização de usuários — também pode ser melhorado com o auxílio do Big Data. Nesse caso, a companhia pode cruzar informações sobre todos os seus atendimentos para descobrir falhas e pontos que possam ser otimizados. Assim, os profissionais da área conseguirão prestar um atendimento de maior qualidade e que solucione problemas em prazos menores.

Importância da UX

Entre os fatores que influenciam no sucesso de um software, a experiência de uso é um dos mais importantes. Também chamado de UX, esse conceito está relacionado com todas as características de uma aplicação e pode ser definido como a qualidade do uso de um aplicativo.

Uma boa experiência de uso é composta por um layout de qualidade, recursos acessíveis e linguagem clara e objetiva. Além disso, o aplicativo com uma boa UX possui uma performance de qualidade e é fácil de ser utilizado.

O principal fator que influencia a experiência do usuário é o conhecimento que a empresa tem dos seus usuários. Sabendo quais são os principais dispositivos utilizados, os problemas que cada pessoa apresenta ao interagir com um app e quais os recursos mais populares, a empresa pode definir uma estratégia de desenvolvimento bem direcionada e com alta performance.

Ademais, há alguns fatores que contribuem para que o negócio crie uma experiência de uso de alta qualidade. O tempo de resposta deve ser otimizado ao máximo. Quanto mais tempo o software demorar para apresentar um resultado para o usuário, maiores as chances de ele buscar uma nova aplicação para executar os seus processos.

A facilidade de uso também é um fator-chave. Bons aplicativos são intuitivos. Eles possuem elementos que são familiares ao usuário, e rotinas que devem ser executadas por meio de passos que sejam preferencialmente compartilhados com outros apps da mesma categoria.

Em um ambiente mobile, por exemplo, isso pode ser solucionado ao se adotar as guidelines do sistema. Empresas como Apple e Google possuem uma extensa documentação para que developers possam adotar ícones e botões padronizados para determinadas ações, reduzindo o tempo necessário para um usuário adaptar-se ao app.

Além disso, todas as interações que o usuário terá com a aplicação devem ser planejadas para que sejam feitas da forma mais prática e ágil possível. Reduza passos, torne recursos mais populares acessíveis e crie mensagens de erro claras. Assim, mesmo que algo dê errado, o usuário não abandonará o seu aplicativo.

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